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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Andava por aqui quietinha, na minha, feliz em ser sozinha.

Andava com a vida ocupada.
Transbordando de mim e de ser eu e não tinha espaço pra mais ninguem. 

Nunca tinha sido tão feliz em toda minha vida. 
Um dia, eu me bastava. 
Um dia aconteceu de todas as escolhas serem minhas, de todos os acertos e erros serem meus. Do meus pés irem onde bem quisessem, chegarem, partirem ou bailarem no meu ritmo, no meu compasso, no meu tempo. 
A liberdade de ser o que for e ser tudo. 
E ser minha. Só minha. 

Coração aquietado, tranquilo, desfrutando do mundo e se entregando a ele, livre.
Inebriado dessa liberdade, dessa paz de não perder noite de sono a não ser pra aproveitar o melhor da festa. 
Leve.
Feito pluma no vento. Feito revoada de passarinho. Feito balão de gás. 


E de repente a semana vira esperar a sexta-feira, e querer que o fim de semana não acabe. O estômago se enche de borboletas e o corpo inteiro deseja mais um abraço. As horas de conversas intermináveis fazem nascer uma vontade de não ir embora. 
O coração não mais admite que em seu terreno fértil vai brotando um sentimento. 
Não quer saber de criar raízes, não quer mais se dividir. Aprendeu a amar as asas que criou e a liberdade de ser inteiro. Logo ele, tão carente e tão sentimental, agora anda arredio, nega, se esconde, tem medo de não saber se sustentar, de se perder de novo de sua tão querida identidade.

Pego de surpresa, já não sabe o que fazer com um sentimento que insiste, contra todas as possibilidades, em se instalar no peito. 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

"Não confunda a minha falta de ar e essa chuva lenta e sóbria com o sentimento que há muito escorreu daqui. Já não te quero.

Não se engane, não me engane com ares de quem explorou cada centímetro da minha alma, que tremia no compasso dos seus gemidos ritmados. Eu mudei. Mudamos nós.

Não diga que morre de saudades. Com o coração exposto e aberto descobri, e te provo, que saudades não matam, que o box fica melhor sem o seu xampu, e a cadeira do quarto passa bem sem a sua camiseta. É que as coisas já não atendem mais pelos nomes secretos que dávamos a elas.

Por favor, não me abrace como se abraçam os velhos amigos que se reencontram. Meros conhecidos que somos. A amizade pede terreno fecundo e custa a brotar entre o sal das palavras disparadas. E se acaso meu abraço te parecer grave ou urgente, não estranhe. Vê se te lembra que o conhaque me deixa assim tão emotiva.

Não pergunte como vão as coisas. Estão todas no mesmo lugar. Da sala ainda dá pra ouvir o piano do vizinho e o gato, alheio à sua ausência, ainda vem de mansinho procurar espaço debaixo das cobertas. Aquele vinho manchou o vestido e o tapete, e o jasmim que plantamos no ano passado floresceu de novo. Apenas a senhora da padaria já não pergunta mais de você.

Não busque meus olhos, que eu fecho essas pálpebras inúteis. Se parecem marejados agora é apenas o sono e essa poeira, clara indiferença que carrego como um troféu conquistado durante as noites acordada sem a tua mão nas minhas costas, e nos amores que inventei desde que você foi embora. Sim, amores. Desses que arrancam suor, risadas e memórias em preciosos e ligeiros instantes.

Ah, não. Não fique muito. Toma, leve esse eco de sorriso e não olhe pra trás. Se algum barulho te lembrar um soluço, esquece. Que já te esqueci."

terça-feira, 17 de setembro de 2013

A Mahin tb é camila.

"a camila voltou.
a camila estava namorando. namorou por anos um babaca. muitos anos. um babaca que chamava seio de teta e que gritava muito. um babaca que a fez acreditar que ela precisava de aval pra existir. um babaca, um mentiroso, um dos piores covardes. um babaca machista disfarçado de moderninho.
um babaca que acabou com sua auto-estima, acabou com seu poder, acabou com sua vontade.

mas ela é a camila, ninguém deixa a camila no chão.
então ela voltou.
toda cagada, mancando, renga, triste, perdida.
e vai ter que encontrar quem ela é de novo.
de mulher dele a mulher de ninguém; assim é bem melhor. a camila da camila.
sofreu, a camila. sofreu muito. vai sofrer mais. vai tirar onda da cara do sofrimento e desvirar do avesso, que essa é a especialidade dela. e vai se empoderar de novo, porque ela é a camila.
ninguém deixa a camila no chão.
nem você, cuzão. nem você.

a camila não tá pra brincadeira."

[by Clara Averbuck]

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Pensei em vir aqui atualizar o blog e acabei dando uma olhada nas postagens mais recentes que meio que se estendeu por umas duas paginas anteriores... e aí eu percebi que não tem nada pra atualizar não... peguem aí o que eu escrevi de um ano atras pra cá e repitam tudo de novo.
Tá bem assim.

quarta-feira, 27 de março de 2013


Querida garganta,

Eu sei que você está irritada e sei que é por causa de todas essas falas que estão aí entaladas, apodrecendo sem poder sair e sei que isso te machuca, mas queria que você compreendesse que, neste momento eu preciso muito que você suporte engolir todas elas.
Porque quando seu interlocutor está surdo ao que você diz significa que então chegou a hora de calar, e deixar que o tempo faça seu trabalho. Pois nada do que eu diga, berre, ou sussurre vai se fazer ser ouvido e só vai fazer com que nos machuquemos ainda mais.
Se você tiver um pouquinho de paciencia logo vai estar tagarelando por ai coisas muitos mais interessantes.
Com amor,

Eu

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A gente sabe que mudou e virou prioridade na própria vida quando começa a escolher o creme da Victoria Secrets, que ficava guardado pra dias especiais, quando vai ficar em casa só pra ficar sentindo o próprio cheirinho gostoso.
E quando, ao invés de esperar um convite, se arruma e vai ao cinema sozinha.
E assiste ao filme mais idiota em cartaz, porque você só quer mesmo se distrair por algumas horas.
E quando se maquia e se arruma quando sai de casa mesmo não pretendendo falar com ninguém.
E deixa de ficar sempre esperando uma "ocasião" pra vestir uma roupa nova, e fica contente em dividir a estréia com o espelho e ainda se achar gata.
E compra aquele vinho caro pra tomar sozinha, acompanhada no máximo, de um bom queijo.
E percebe que essa independência já deixou de ser mera força das circunstancias, vulgo falta de opção, pra se tornar uma opção. De verdade.

E pensa que isso tudo pode parecer bobagem pras outras pessoas, mas o que te importa mesmo é que faz uma diferença imensa pra você.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

E ai eu entro no seu perfil pra deixar uma mensagem carinhosa, afinal estou me esforçando pra ver se dá certo, e vejo mais uma dessas mensagens que entregam o ouro pro bandido.
Aí cara, sério, vai si fuder que eu não sou palhaça, Blz?

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Não me quer?
Então me larga!

  Não me quer? Acha que eu estou indo rápido demais? Que não é o momento? Então não fica curtindo minhas fotos no Instagram! Não fica retuitando o que eu digo nem me mandando carinha sorridente no gtalk! Se não tá a fim de levar o pacote todo pra casa, me deixa esquecer, por favor! Esquecer que você existe, esquecer que você não me quis e, pior, que ficou sem graça por isso. 
  Nem pense em me convidar pra sua festa. Não deixe na minha mão a decisão de estar ou não nesse momento. O que pra você é gentileza e demonstração de carinho pra mim é ferida ralando no asfalto. Deixa eu pensar que a minha presença te perturba e que meu corpinho saçaricando pela sua casa em dia de festa não é recomendável pra nenhum de nós dois? Ainda tem o meu cheiro no seu tapete e aquele meu pote de Nutela no armário. Respeite.
  Não me importa o que você pensa de mim e se me quer na sua vida “de uma outra maneira”. Hoje, você é tudo aquilo que eu sonhei rolando escada abaixo, você é meu desejo partindo pra longe. É o fim do mais sorridente começo. Sua cara de amigo me esfola.
  Não me leve a mal, mas vamos deixar essa amizade pra amanhã?

terça-feira, 28 de agosto de 2012

...e então que foi assim, com uma mensagem evasiva, quase reticente que a ficha caiu.
"Ele não quer. Não mais."
A conclusão, óbvia pro resto do mundo mas tão difícil pra mim, enfim é essa mesmo.
Se ele não é um babaca, e nem um covarde, então não tem mesmo outra explicação possível. Ninguém, por mais perdido que esteja, precisa de tanto tempo pra decidir se a companhia de alguém é interessante o suficiente pra quere-la.
Esse medo de um comprometimento nunca foi parte dele. Ele nunca se refutou a assumir todos os espaços que ocupávamos antes, como um par. Então me resta apenas a opção de acreditar que não se trata de medo, mas sim de ausência de vontade.
Sabe como?
Não é exatamente uma descoberta agradável, não é uma dessas que trás alivio ou sossego. Não não. Esta mais para um exercício infinito de paciência, coisa que me faltam baldes, do qual eu não vou gostar nem um pouco. Mas determinação é meu segundo nome, amigo, ainda que minha auto indulgencia viva me sabotando e mesmo que meu coração bobo acredite sempre que da próxima vez vai ser diferente.
Essa ausência de um ponto final contundente vai me fazer ter muitas crises de ansiedade ainda, e passar dias e noites esperando por um telefonema ou mensagem que não vem. Vai abrir frestas pra minha indulgencia me fazer acreditar que tudo bem, só dessa vez, não vai me fazer mal. Essa sensação de reticências dói como um grande abismo. E eu vou precisar de coragem pra viver um dia de cada vez sem morrer ao fim de cada um.
Até que um dia desses o tempo vai passar e aí o que não foi não é. Nem será.


domingo, 26 de agosto de 2012

Invisível.
De Leo Jaime.

Procuro mais uma vez e nada. Vampiros são assim. Aqueles que fazem cirurgia para emagrecer também: não se acham no espelho. Fico pensando em que categoria me classifico. Não vejo o meu rosto, não escuto a minha voz, não faço a menor idéia de onde fui parar, mas estou ali, onde deveria, refletido. Belisco e nada sinto. Estou acordado.
Seria essa a imagem de Deus: uma presença sentida ou intuída e ao mesmo tempo improvável e imaterial?Talvez fosse isso o que queriam dizer com imagem e semelhança: a falta de imagem e a dessemelhança a misturar todos os rostos em rosto nenhum. A onipresente não-presença. A ausência é diferente do estranhamento. Não sou um estrangeiro em mim mesmo, sou um náufrago perdido num mar de possibilidades. Uma interrogação cercada de silêncio por todos os lados.
Confundo Manet com Monet e nunca sei direito as datas ou cifras ou os compositores dos clássicos. Sei e depois não sei mais. Dou seta pra entrar na garagem, acho a humanidade inteira muito esquisita mas gosto de observá-la. Não sei o que eu quero, nem para onde vou, nem tenho uma proposta viável e cabível para a minha ou a vida de qualquer um.
Sou invisível. Condenação ou um dom? Sinto a dor medíocre e legítima dos comuns. Amargo todas as desilusões vitoriosamente. Este tem sido o meu maior
trunfo: continuar sem nenhum motivo aparente, como um personagem em busca de um criador.
Olho o povo andando apressado na metrópole e vejo que houve um garoto que lia e se emocionava. E que não lembra de nada ou quase nada.
As roupas não são nunca as ideais, os lugares, as opiniões, o mundo. Indago se Deus tem um plano armado ou está improvisando. No entanto, sei que não posso deixar a consciência, ou a falta dela, fazer mal ao que de alguma forma se mantém funcionando.
Olho as portas entreabertas dos armários. Não gosto de portas pelo meio do
caminho: melhor fechadas ou abertas. Algo deveria ser dito e eu não digo.
Flertando com a insanidade. Sem dramas, sem surpresas, sem final feliz.
Não me acho no espelho mas algo me diz que há alguém ali. Nunca consigo saber quem.

terça-feira, 26 de junho de 2012

... e assim a vida vai seguir... um pouco mais triste, um pouco mais sem graça, um pouco mais vazia.

me desconectando do que restou da esperança, da saudade, do sentimento.
certezas... só temos da morte... mas viver assim na angustia dessa espera, desejando o que não mais me quer e sonhando com o que não me deixa dormir já não é comodo.
Então me vou... assim reticente, com todos esses sentimentos entalados na garganta, e todas as duvidas, que teria jogado pro alto em troca de um sim, mas que já não fazem mais o menor sentido.
E já que não tenho cais pra aportar, quem sabe agora não me lanço ao mar aberto em troca de percorrer o mundo.

"quando eu ouço as canções que eu fiz pra você
o tempo vem dizer
o que o tempo deve ser
o espaço em que agora o meu passo chegar
vai dizer:
- amanhã já é outro lugar
eu juro que é melhor enfim
eu juro vai ser melhor assim
eu já não ligo mais para você
hoje não canto
não falo, não saio, não durmo bem
os tênues fios que me ligam a você estão hoje em prantos
e no entanto arriscamos tanto nos envolver
desligo você
nus, deslizamos
pra que te esquecer
se o amor é tanto?
existo em você
por louco engano"


terça-feira, 12 de junho de 2012

Desventuras em série

Episodio: o 12 de junho

12 de junho é uma dessas datas boas pra dar tudo errado. Os meus sempre acabam em desastre, ou algo muito próximo disso.  Esse ano não ia ser diferente.
Tava tudo indo bem, nos conformes e previstos até que eu resolvi ir jantar depois do trabalho. Sozinha, sim, porque não? Péssima ideia querer ir a qualquer lugar hoje.
O trânsito aquele inferno e mesmo assim, ignorando os sinais, lá fui eu, naquele supermercado que tem um japonês delícia, crente que iria estar vazio né? Afinal quem vai jantar no supermercado nesse dia?? Não né?? NÉÉÉ??? Não, gente, tava lotado.
Aí eu pergunto: Cadê o bom senso dos machos desse mundo?
Esperei uma boa meia hora até descobrir que tinha pedidos infinitos na frente e provavelmente eu só ia sair de lá amanhã.
Desisti.
Deixa pra um dia que os homens levem suas mulheres pra um motel e não pro japonês do supermercado. Aí procurei dinheiro pro busão e... não tem. Quem inventou que bus não recebe cartão de credito? Bom andei até o banco, tirei o dinheiro e fui pro shopping. Direto pro fast food de massa, que ao menos é bom pra caramba.
Pedido pronto e pago hora de lutar por um lugar pra comer. É revoltante ter que dar 10 voltas na praça de alimentação e praticamente brigar com uma folgada em grupo por um lugar único numa mesa que já tinha um casal do outro lado. Mas o casal foi simpático comigo e me cedeu o lugar já que eu tava a horas com o prato na mão.
Mas enfim sentei pra comer, tava lá feliz com a situação, ao menos eu tava comendo e nada mais ia dar errado. Mas nada é tao ruim que não possa piorar.
Começa a música ao vivo. E o cara além de tocar mal escolhe o que pra tocar? Eh... Zeca Baleiro.
Só pra situar o amigo leitor, foi por causa de um show do cara que existiu um namoro com o infeliz que me chutou... twice... primeiro a alguns meses depois de anos e novamente no último fim de semana depois de um casinho em off que só mesmo eu, idiota como sou, acreditei que ia dar em alguma coisa. Bateu aquela felicidade eterna, só que não. Tá de sacanagem né universo? Tanta música breguinha pro cara tocar nesse mundo tinha que tocar justo uma pra estragar a comida?
Fingi que não era comigo, engoli o resto do macarrão e corri pra casa. Graças às forças sobrenaturais nada mais aconteceu.
Impressionante como num curto espaço de tempo pode acontecer tanta coisa errada. Ainda bem que o dia praticamente já acabou.
Pena que o inferno astral esteja só começando.

PS: O fato do dia 12/06 cair no meu inferno astral deve explicar muita coisa. ou não.
Gramaticalmente falando

Troquei a agonia das virgulas e o vazio das reticências pela dor do ponto final.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Quando o laço vira nó

Mal amanheceu o dia e eu já sinto a tristeza a me fazer companhia.
Suspeito que ela passou a noite velando minha cabeceira e antes que eu esteja realmente acordada ela se aconchega no meu peito, me enlaça em seus braços e repousa, serena, pra meu desassossego.
É tão insuportavelmente ruim me sentir tão triste tão logo o dia amanhece.
Esse vazio assombroso cavado pelas perguntas que ficaram sem respostas, e pelo mundo de expectativas vazias.

Estou me consumindo aos poucos. Na aflição e na ansiedade de esperar por essa resposta que não vem. Na tristeza de imagina-lá e não querer acreditar no que meu pensamento deduz. Por mergulhar num sentimento que sabia eu era insalubre desde o inicio. Por tentar manter as rédeas de um coração sem limites. Por tentar manter o que me atinge dentro do que posso suportar pois foi tentando não me machucar que me atirei nesse abismo sentimental.

Conviver com a dúvida é a pior coisa que pode acontecer com um ser humano.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

E a conclusão na qual esbarro é que nada de bom pode advir de algo me traz essa gama de sentimentos negativos.
Nada que me faça sentir dessa forma que me sinto agora pode ser algo agradável.  E como poderia algo bom me trazer tanta angustia e ansiedade?

Mas começo por admitir que a culpa é mesmo minha, por criar expectativas em relação aos fatos, expectativas essas responsáveis por essa ansiedade que sinto agora. E uma vez de posse das causas somente cabe a mim acabar com o problema, o que significa colocar um ponto final nesta história incompleta e no motivo de tanta aflição.
Cansada de remoer as meias verdades que enxergo e esperar por uma resposta que não vem. Cansada de esperar que decidam por mim. Melhor acolher minhas dores e por fim à essa espera que me consome um pouco a cada hora.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Pura verdade

Homem que tá perdido merece ser encontrado morto no apartamento, e pelo zelador do prédio, porque os vizinhos não agüentam mais o fedor de carniça....

quinta-feira, 19 de abril de 2012

"que minha solidão me sirva de companhia. Que eu tenha coragem de me enfrentar. Que eu saiba ficar com o nada e mesmo assim me sentir plena de tudo"
[Clarisse Lispector]


Esse aperto no peito nao mente. É provável que chegou a hora de findar certas aventuras pois já nao me fazem bem. Antes que eu me machuque ainda mais e tenha que passar pelo que eu nao precisava mais viver.
Esse aperto no peito nao mente. Algo além do meu alcance se move E preciso ir mais rápido que ele pra nao ser alcançada pelo que nao me pertence.
Esse aperto no peito nao mente. É difícil abdicar do passado conhecido e sair da zona de conforto, tentadora e segura. Mas a imperativa necessidade se faz urgente pra se fazer entender. Nao posso mais ficar pois esse lugar já nao é meu, já nao me abriga ou acolhe. Apenas me dói como sapato apertado. Me tira a paz e o descanso e me envolve em desassossego.
Esse aperto no peito nao mente. Por mais que eu tente me esconder nos braços do passado eh comigo apenas que devo ficar. É no daqui pra frente. É hora de correr pra longe do que minha intuição me diz "esta acontecendo". Minha intuição nao erra.

Esse aperto no peito não mente.

terça-feira, 27 de março de 2012

E a conclusão bizarra, e talvez um pouco frustrante
É de que não foi o sexo ruim que estragou o relacionamento,
Mas sim o relacionamento ruim que estragou o sexo.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Era uma vez...

... Uma história de intrigas e traições onde uma desavisada  protagonista inocente cai de paraquedas e acaba condenada como única contraventora e culpada. Depois a história vira um circo e ela é promovida a palhaça.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Este post não é uma indireta....


... é um recado, uma pergunta e um desabafo.