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quinta-feira, 2 de maio de 2013
"O Samhain também era a antiga festa celta dos mortos. Na tradição céltica, o Samhain era a noite da morte e da ressurreição: os mortos precisavam esperar até esta data para fazer a travessia para o "País do Verão", onde a esperança de uma nova vida os aguardava - por isso, na Bruxaria, esta é a época em que e sabe que os véus entre os mundos ficam mais tênues. É um tempo de reflexão, de olhar para o que foi feito no ano anterior, e uma época de lembrar os antes queridos que já foram para outros planos.
A noite do Samhain é considerada, pelas Bruxas, como a noite de ano novo por esta conotação de "passagem" da morte para a promessa de uma nova vida de abundância.
A data do Samhain da tradição céltica era tão forte no hemisfério norte (31 de outubro) que foi adaptada pelo cristianismo, na Idade Média, e transformou-se na "noite de todos do santos", ou "noite de todas as almas" (Halloween, em inglês, é uma corruptela de All Hallows Eve, ou "noite de todas as almas"), celebrada até hoje..."
domingo, 26 de agosto de 2012
Invisível.
De Leo Jaime.
Procuro mais uma vez e nada. Vampiros são assim. Aqueles que fazem cirurgia para emagrecer também: não se acham no espelho. Fico pensando em que categoria me classifico. Não vejo o meu rosto, não escuto a minha voz, não faço a menor idéia de onde fui parar, mas estou ali, onde deveria, refletido. Belisco e nada sinto. Estou acordado.
Seria essa a imagem de Deus: uma presença sentida ou intuída e ao mesmo tempo improvável e imaterial?Talvez fosse isso o que queriam dizer com imagem e semelhança: a falta de imagem e a dessemelhança a misturar todos os rostos em rosto nenhum. A onipresente não-presença. A ausência é diferente do estranhamento. Não sou um estrangeiro em mim mesmo, sou um náufrago perdido num mar de possibilidades. Uma interrogação cercada de silêncio por todos os lados.
Confundo Manet com Monet e nunca sei direito as datas ou cifras ou os compositores dos clássicos. Sei e depois não sei mais. Dou seta pra entrar na garagem, acho a humanidade inteira muito esquisita mas gosto de observá-la. Não sei o que eu quero, nem para onde vou, nem tenho uma proposta viável e cabível para a minha ou a vida de qualquer um.
Sou invisível. Condenação ou um dom? Sinto a dor medíocre e legítima dos comuns. Amargo todas as desilusões vitoriosamente. Este tem sido o meu maior
trunfo: continuar sem nenhum motivo aparente, como um personagem em busca de um criador.
Olho o povo andando apressado na metrópole e vejo que houve um garoto que lia e se emocionava. E que não lembra de nada ou quase nada.
As roupas não são nunca as ideais, os lugares, as opiniões, o mundo. Indago se Deus tem um plano armado ou está improvisando. No entanto, sei que não posso deixar a consciência, ou a falta dela, fazer mal ao que de alguma forma se mantém funcionando.
Olho as portas entreabertas dos armários. Não gosto de portas pelo meio do
caminho: melhor fechadas ou abertas. Algo deveria ser dito e eu não digo.
Flertando com a insanidade. Sem dramas, sem surpresas, sem final feliz.
Não me acho no espelho mas algo me diz que há alguém ali. Nunca consigo saber quem.
De Leo Jaime.
Procuro mais uma vez e nada. Vampiros são assim. Aqueles que fazem cirurgia para emagrecer também: não se acham no espelho. Fico pensando em que categoria me classifico. Não vejo o meu rosto, não escuto a minha voz, não faço a menor idéia de onde fui parar, mas estou ali, onde deveria, refletido. Belisco e nada sinto. Estou acordado.
Seria essa a imagem de Deus: uma presença sentida ou intuída e ao mesmo tempo improvável e imaterial?Talvez fosse isso o que queriam dizer com imagem e semelhança: a falta de imagem e a dessemelhança a misturar todos os rostos em rosto nenhum. A onipresente não-presença. A ausência é diferente do estranhamento. Não sou um estrangeiro em mim mesmo, sou um náufrago perdido num mar de possibilidades. Uma interrogação cercada de silêncio por todos os lados.
Confundo Manet com Monet e nunca sei direito as datas ou cifras ou os compositores dos clássicos. Sei e depois não sei mais. Dou seta pra entrar na garagem, acho a humanidade inteira muito esquisita mas gosto de observá-la. Não sei o que eu quero, nem para onde vou, nem tenho uma proposta viável e cabível para a minha ou a vida de qualquer um.
Sou invisível. Condenação ou um dom? Sinto a dor medíocre e legítima dos comuns. Amargo todas as desilusões vitoriosamente. Este tem sido o meu maior
trunfo: continuar sem nenhum motivo aparente, como um personagem em busca de um criador.
Olho o povo andando apressado na metrópole e vejo que houve um garoto que lia e se emocionava. E que não lembra de nada ou quase nada.
As roupas não são nunca as ideais, os lugares, as opiniões, o mundo. Indago se Deus tem um plano armado ou está improvisando. No entanto, sei que não posso deixar a consciência, ou a falta dela, fazer mal ao que de alguma forma se mantém funcionando.
Olho as portas entreabertas dos armários. Não gosto de portas pelo meio do
caminho: melhor fechadas ou abertas. Algo deveria ser dito e eu não digo.
Flertando com a insanidade. Sem dramas, sem surpresas, sem final feliz.
Não me acho no espelho mas algo me diz que há alguém ali. Nunca consigo saber quem.
Momento
desabafo,
Dizem por aí...,
Literalizando,
Universos Paralelos
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Rá! Morri de inveja do coala agora!A imagem vem desse site aqui, e quem deu a dica foi a Chata de Galocha.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Pra fazer um post-it e colar em todos os cantos da casa
Quem morre?
[Martha Medeiros]
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco
e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.
Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior
que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que
conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.
Quem morre?
[Martha Medeiros]
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco
e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.
Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior
que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que
conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Lembra daqueles testes do tipo "quem [qqercoisa] é você?"
Passeando por AQUI encontrei nada menos do que "Que Música dos Los Hermanos é Você?"
Obviamente eu tive que fazer né! kkkkkk
E o resultado?

Que música do los hermanos é você?
Trazido a você por Soul Fire
Passeando por AQUI encontrei nada menos do que "Que Música dos Los Hermanos é Você?"
Obviamente eu tive que fazer né! kkkkkk
E o resultado?

Que música do los hermanos é você?
Trazido a você por Soul Fire
domingo, 22 de março de 2009
Essa eu recebi por e-mail, achei foda. Vale a pena olhar.
A CIA publicou uma foto de 1474 (hum mil quatrocentos e setenta e quatro), isso mesmo, 1474 megapixels (ou 1,47 terapixels) tirada na posse do Obama.
Experimente o zoom, dá pra ver AQUI o rosto de cada pessoa que foi à comemoração.
A CIA publicou uma foto de 1474 (hum mil quatrocentos e setenta e quatro), isso mesmo, 1474 megapixels (ou 1,47 terapixels) tirada na posse do Obama.
Experimente o zoom, dá pra ver AQUI o rosto de cada pessoa que foi à comemoração.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
sábado, 30 de agosto de 2008
"-Então isso aconteceu, afinal! E agora, quem sou eu? Eu me lembrarei, se puder! Estou resolvida a isso!
Mas de nada lhe serviu estar resolvida a isso, e o mais que conseguiu depois de muito pensar, foi chegar a esta conclusão:
-Eu sei que meu nome tem um L, isso eu sei!"
[de "Through the Looking-Glass and what Alice fond there", Lewis Carroll]
Mas de nada lhe serviu estar resolvida a isso, e o mais que conseguiu depois de muito pensar, foi chegar a esta conclusão:
-Eu sei que meu nome tem um L, isso eu sei!"
[de "Through the Looking-Glass and what Alice fond there", Lewis Carroll]
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
segunda-feira, 30 de junho de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Eu poderia ter escrito...
"Eu não consigo ser uma coisa. Não consigo viver por algo. Tenho esse saco sem fundo onde cabe o mundo. Mas cabe tanto, tanto, que vivo vazia. Porque ainda não aprendi a me preencher.
Porque ainda ando por aí meio maravilhada e irritada, caçando meus pedaços, desejos e inspirações. Até que depois de ver um pouco de tudo e todos, eu saiba finalmente que cara e que forma tem o meu mural de recortes, a minha colcha de retalhos.
[...]
E eu não me culpo pela minha pressa em ficar. E eu não te culpo pela sua pressa em ir. É em tantas pressas contrárias que a gente se esbarra pelo mundo e se diverte um pouco."
[Tati Bernadi]
Porque ainda ando por aí meio maravilhada e irritada, caçando meus pedaços, desejos e inspirações. Até que depois de ver um pouco de tudo e todos, eu saiba finalmente que cara e que forma tem o meu mural de recortes, a minha colcha de retalhos.
[...]
E eu não me culpo pela minha pressa em ficar. E eu não te culpo pela sua pressa em ir. É em tantas pressas contrárias que a gente se esbarra pelo mundo e se diverte um pouco."
[Tati Bernadi]
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