terça-feira, 22 de janeiro de 2013



Fechado até que valha a pena não estar.

"Tire um ano sabático de sua vida amorosa. Continue solitário assim até achar alguém que mereça fazer com que você desista disso."

domingo, 13 de janeiro de 2013

Breve divagação sobre as relações virtuais


Uma das coisas que eu acho mais engraçadas e que mais me intrigam nas redes sociais é a tal ilusão de contato.
As pessoas acham que te conhecem inteiramente, tiram conclusões, formulam teorias e são até capazes de afirmar com toda a certeza o que se passa na sua vida só baseado naquilo que elas vêem sobre você ou vindo de você.

E o mais surpreendente, ou não, é que todas as tais conclusões são baseadas no cruzamento de dados "o que eu vi" com "o que eu concluo sobre", ou seja, não importa o que seja o fato real, ninguém leva em consideração que o assunto ali possa ser outro além daquele que eu quero acreditar que seja, e aparentemente ninguém questiona a veracidade daquilo em que acredita sem provas ou conhecimento de causa. Além do obvio, claro, que ninguém leva em consideração o que o interlocutor quis dizer, apenas o que se quer entender.

E digo isso de experiência própria já que coleciono uma lista maior que gostaria de faniquitos e problemas de relacionamentos começados por interpretações pessoais, parciais e errôneas de fatos que eu "vivenciei" por alguma rede social, e também pelos relatos que ouço dos amigos. As pessoas hoje me dia agem como se as redes sociais fossem o centro e foco das suas vidas e por isso portadoras da verdade absoluta.

Por mais que eu use o tempo inteiro as tais redes sociais mantenho sempre o foco de que elas são apenas uma parte da minha vida e não o centro e razão de tudo, e posso dizer que as melhores partes definitivamente são as que ficam em off, (Sim pessoas, pra decepção de vocês, minha vida é muito mais legal que a minha timeline).
E sei bem que, quanto mais sentimentos reais envoltos num relacionamento virtual, maiores as chances de cada um ver apenas aquilo que quer ver e se esquecer em absoluto de averiguar a verdade.
Mas é sempre que a coisa se inverte e eu passo a ser a "vitima" da conclusão alheia que percebo o quão freqüentemente e o quão habituados estamos a acreditar no que concluímos, sem questionar o que quer que seja.

Tá aí um assunto que eu tenho muita vontade de estudar, sabe?

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

"Solidão, Bom Dia!
Abre a porta, pode entrar."