terça-feira, 15 de junho de 2010

Trabalhado loucamente, em busca de sonhos, correndo atras do que vai me levar ainda mais longe.
Sem tempo sequer para me identificar no espelho
mas aqui dentro o coração continua o mesmo otimista.

terça-feira, 11 de maio de 2010

tem dias que eu sinto assim, sozinha
sinto falta de um abraço, de amigo ou coisa assim
de companhia pra qualquer bobeira
pra dividir a sobremesa,
um recado,
Se eu fosse escrever um post, eu diria que ando me sentindo meio assim




terça-feira, 13 de abril de 2010

3 notícias boas em 3 dias.
E hoje essa angústia aqui dentro do peito que eu não sei de onde vem ou porque.
Do que é que sabe meu coração que eu ainda não sei

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades


luiz vaz de camoes

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Hoje Belo Horizonte amanheceu no Outono.
Céu azul, quase sem nuvens, sol morno e ventinho frio.
Desses dias gostosos pra passear, tomar um café gostoso e quem sabe encontrar os amigos.
Espero que o clima tenha vindo pra ficar, porque eu já tava achando que a gente ia fritar no calor dos infernos até o fim do mundo.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Rá! Morri de inveja do coala agora!
A imagem vem desse site aqui, e quem deu a dica foi a Chata de Galocha.

domingo, 28 de março de 2010

Sábado a noite em casa na frente do pc. Quando o motivo não é bom a gente dá uma surtada momentanea. Daí do nada deu uma vontade de ver uns clipes favoritos, ou de músicas que eu adoooro. Tipo assim, sentimental mesmo.
Eu não assisto mtv regularmente já devem fazer uns 5 anos. Logo não espere nada novo. Sessão nostalgia mesmo.







Pra ver mais videozitos preferidos [incluindo traillers de filmes queridos] é só ir no meu perfil no orkut.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Acho que só contei aqui que formei, mas nunca falei sobre esse evento e o que ele foi na minha vida né?
Tava vendo as fotos da formatura recente de uma amiga, me deu um puta aperto no peito de lembrar da minha. De tristeza não, de saudades, talvez.
Tem menina que sonha com o dia do casamento, o dia mais importante da vida. Eu não, e acho muito difícil, se eu casar um dia, a emoção superar o que foi, pra mim, minha formatura. Até hoje, o dia mais importante da minha vida. Sem dúvidas.
Fazer um curso de farmácia não é fácil. Fato. Em uma boa faculdade então, menos ainda. E eu tive essa sorte [claro, sorte permeada de muito esforço e dedicação]. Me tornar Farmacêutica é sem dúvidas a coisa mais difícil que eu já fiz (salvo terminar namoro, mas nisso eu nunca fui bem sucedida, rs). Por isso a sensação de ver o diploma ali, com meu nominho escrito é a mais vitoriosa que eu já senti.
Porque foi uma coisa que só dependeu de mim, do meu suor e esforço, e é uma coisa que ninguém no mundo pode me tirar, que não tem dinheiro que me daria o conhecimento adquirido e tudo o amadurecimento que decorre disto.
E ainda, em outra análise, eu venho de uma família pobre, em que as gerações anteriores à minha tiveram que trabalhar pra sobreviver,pra quem estudo era uma espécie de luxo. Por isso é tão valorosa pra mim essa oportunidade, batalhada em cada ano de estudo meu, e em cada dia do suor do trabalho dos meus pais, que fizeram o possível (e o impossível também) pra que eu pudesse conquistar mais do que eles puderam, e me garantiram um relativo conforto pra isso.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Tou num daqueles momentos da vida em que é preciso abrir mão do conforto das coisas certas em busca do duvidoso que pode abrir as portas para a realização de sonhos maiores. Não sei, mas acho que não nasci pra me acostumar com o que não me faz feliz, embora meu ser canceriano seja extremamente dado à acomodação. Mudar, pra mim, é uma coisa difícil, dolorosa até, e por ter consciência dessa minha característica é preciso todos os dias acordar e lembrar meus sonhos e objetivos, exercitar a vontade de alcança-los, aceitar as mudanças que são necessárias e tomar coragem para colocá-las em prática. É um processo, sabe? Desses que exigem uma boa dose de autoconhecimento e força de vontade.
E por isso o texto abaixo, que me apareceu hoje, aleatoriamente, que não sei se já postei aqui alguma vez, mas que vira e mexe passa por mim, pra me lembrar que ainda tem um mundo lá fora pra conquistar e não vale a pena aceitar menos do que eu posso ou mereço.

Eu sei, mas não devia
[Marina Colasanti]

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos
e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor.

E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz.
E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado.
A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem.
A comer sanduíche porque não dá pra almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra.
E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos.
E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz,
aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita.
A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.

E a ganhar menos do que precisa.
E a fazer filas para pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes.
A abrir as revistas e a ver anúncios.
A ligar a televisão e a ver comerciais.
A ir ao cinema e engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição.

As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.
A luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
Às bactérias da água potável.
A contaminação da água do mar.
A lenta morte dos rios.

Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães,
a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.

Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui,
um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo.

Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.
E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo
e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se
da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta,
de tanto acostumar, se perde de si mesma.


sábado, 6 de março de 2010

"Darling, give me your absence tonight
Take the shade from the canvas and leave me the white
Let me sink in the silence that echoes inside
And don't bother leaving the light on

'Cause I suddenly feel like a different person
From the roots of my soul comes a gentle coersion
And I ran my hand over a strange inversion
A vacancy that just did not belong
The child is gone

Honey, help me out of this mess
I'm a stranger to myself
But don't reach for me, I'm too far away
I don't want to talk 'cause there's nothing left to say

So, my darling, give me your absence tonight
Take all of your sympathy and leave it outside
'Cause there's no kind of loving that can make this alright
I'm trying to find a place I belong

And I suddenly feel like a different person
From the roots of my soul comes a gentle coersion
And I ran my hand over a strange inversion
As the darkness turns into the dawn
The child is gone"

[Child is gone, Fiona Apple]

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A gente fica sentado esperando o momento de fazer as coisas acontecerem.
Mas chega o dia em que o momento chega.
E daí a gente sente medo, culpa, remorso, vergonha ou qualquer outro sentimento restritivo com caráter duvidoso e começa a pensar se é mesmo o momento e um monte de outras minhoquinhas.
Daí sobram duas opções, ou a gente se acomoda e passa mais um tempão infeliz esperando uma nova oportunidade ou a gente põe a engrenagem pra funcionar e faz as coisas acontecerem.
De qualquer forma alguma coisa muda, seja de forma positiva ou não.
Se a gente sucumbe ao medo a infelicidade [que no momento do medo pode não parecer tão grave assim] faz tudo parecer terrivelmente pior, a motivação some, a culpa e a insegurança chegam e isso gera mais infelicidade e a coisa vira uma bola de neve difícil de fazer parar. Se a gente se arrisca, acaba que sofre, fica ansioso, se mata em dúvidas do tipo "a escolha certa" mas tem a chance de chegar no fim do arco-iris.
Eu escolho dar o primeiro passo.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Minha encomenda chegou! Obaaaa!!!!
Vou me divertir horrores com essas belezinhas.


quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Dia Do Farmacêutico!!!! \o/
Um viva pra mim e pra todos os colegas de profissão!
Um pedido na hora de assoprar a velinha?
Mais reconhecimento profissional, de que a saúde de qualidade passa pelas mãos de todos os Prfissionais da Saúde. Da importância do Farmacêutico, conhecedor e capacidado a lidar com a maior arma terapêutica da medicina, Os Medicamentos.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Hoje é o dia do Leitor?
OBAAAA!!!
Eu não sabia disso, mas adorei descobrir.
Fui dar uma olhadinha nuns livrinhos que queria comprar, e lá estava no site da livraria o banner anunciando. Fui dar uma olhadinha no google-tudo-sabe-tudo-vê e não é que ele disse que é mesmo? Aproveitei a promoção e ainda ganhei o frete grátis. Amei!
Fiquei mega feliz não só pela vantagem econômica né, mas também porque eu AMO os livros. Desde o primário, um dos meus cantinhos preferidos da escola é a biblioteca. Atualmente tenho investido na minha própria. E sim, eu sinto uma alegria desproporcional quando compro um livro novo!
Mas eu sei que nesse país eu sou um caso raro, e acho uma pouca vergonha que a média de leitura do brasileiro seja menos de 2 livros por ano. É triste ver os adolescentes concluírem o 2º grau praticamente semi-analfabetos e ver gente tirando até diploma universitário sem ser capaz de escrever uma redação coerente, pelo menos. E isso porque um país que não valoriza a leitura também não valoriza o saber, a ciência, o aprendizado, não valoriza aquilo que de fato pode fazer uma transformação de verdade no quadro social, não valoriza seu povo, sua história, sua cultura. Numa análise simplista um país que não lê não está apto a evoluir.

Mas nunca é tarde pra se adquirir esse hábito, né? Então vou encerrar o post com o link de um site bacaninha, o Educar pra crescer , da editora Abril, com muitas diquinhas e coisas legais e do Domínio Público , do governo federal, de onde dá pra acessar milhares de obras literárias e até a parte de acesso livre da CAPES.
E boa leitura!!