terça-feira, 22 de maio de 2018
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
Na pele
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Vai em paz Vô Chico, que os bons espíritos te acompanhem e te amparem. Que sua nova morada seja de paz e luz, bem pertinho de Deus.
Hoje, dia dos avós, eu tive a triste missão de me despedir de mais um dos meus.
Ter avós é uma dádiva, e eu tive o privilégio de ter tido todos os meus perto de mim, de ter crescido na companhia deles e ter recebido todo carinho e amor que os avós são capazes de dar.
Hoje mais uma das minhas raízes nessa terra se foi, e é como se eu tivesse enterrado também um pedaço da minha infância, uma parte viva das minhas memórias e da minha história.
E apesar dos laços de amor não se desfazerem nunca a ausência física deixa um vazio desconcertante, uma saudade antecipada que dói.
Meu avô, como todo avozinho nessa terra, apesar de meio sisudo era só amor com os netos e com sua simplicidade quase rude e seu coração bondoso, fazia a alegria das minhas tardes de domingo. A ele tenho muito que agradecer por ter construído pra mim e para os meus uma família tão boa, mesmo com todos os problemas que as famílias tem, temos algo muito mais importante, uns aos outros.
A saudade, a lembrança e o amor vão seguir sempre comigo.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Vinte e nove
quinta-feira, 2 de maio de 2013
"O Samhain também era a antiga festa celta dos mortos. Na tradição céltica, o Samhain era a noite da morte e da ressurreição: os mortos precisavam esperar até esta data para fazer a travessia para o "País do Verão", onde a esperança de uma nova vida os aguardava - por isso, na Bruxaria, esta é a época em que e sabe que os véus entre os mundos ficam mais tênues. É um tempo de reflexão, de olhar para o que foi feito no ano anterior, e uma época de lembrar os antes queridos que já foram para outros planos.
A noite do Samhain é considerada, pelas Bruxas, como a noite de ano novo por esta conotação de "passagem" da morte para a promessa de uma nova vida de abundância.
A data do Samhain da tradição céltica era tão forte no hemisfério norte (31 de outubro) que foi adaptada pelo cristianismo, na Idade Média, e transformou-se na "noite de todos do santos", ou "noite de todas as almas" (Halloween, em inglês, é uma corruptela de All Hallows Eve, ou "noite de todas as almas"), celebrada até hoje..."
sábado, 15 de setembro de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Desventuras em série
12 de junho é uma dessas datas boas pra dar tudo errado. Os meus sempre acabam em desastre, ou algo muito próximo disso. Esse ano não ia ser diferente.
Tava tudo indo bem, nos conformes e previstos até que eu resolvi ir jantar depois do trabalho. Sozinha, sim, porque não? Péssima ideia querer ir a qualquer lugar hoje.
O trânsito aquele inferno e mesmo assim, ignorando os sinais, lá fui eu, naquele supermercado que tem um japonês delícia, crente que iria estar vazio né? Afinal quem vai jantar no supermercado nesse dia?? Não né?? NÉÉÉ??? Não, gente, tava lotado.
Aí eu pergunto: Cadê o bom senso dos machos desse mundo?
Esperei uma boa meia hora até descobrir que tinha pedidos infinitos na frente e provavelmente eu só ia sair de lá amanhã.
Desisti.
Deixa pra um dia que os homens levem suas mulheres pra um motel e não pro japonês do supermercado. Aí procurei dinheiro pro busão e... não tem. Quem inventou que bus não recebe cartão de credito? Bom andei até o banco, tirei o dinheiro e fui pro shopping. Direto pro fast food de massa, que ao menos é bom pra caramba.
Pedido pronto e pago hora de lutar por um lugar pra comer. É revoltante ter que dar 10 voltas na praça de alimentação e praticamente brigar com uma folgada em grupo por um lugar único numa mesa que já tinha um casal do outro lado. Mas o casal foi simpático comigo e me cedeu o lugar já que eu tava a horas com o prato na mão.
Mas enfim sentei pra comer, tava lá feliz com a situação, ao menos eu tava comendo e nada mais ia dar errado. Mas nada é tao ruim que não possa piorar.
Começa a música ao vivo. E o cara além de tocar mal escolhe o que pra tocar? Eh... Zeca Baleiro.
Só pra situar o amigo leitor, foi por causa de um show do cara que existiu um namoro com o infeliz que me chutou... twice... primeiro a alguns meses depois de anos e novamente no último fim de semana depois de um casinho em off que só mesmo eu, idiota como sou, acreditei que ia dar em alguma coisa. Bateu aquela felicidade eterna, só que não. Tá de sacanagem né universo? Tanta música breguinha pro cara tocar nesse mundo tinha que tocar justo uma pra estragar a comida?
Fingi que não era comigo, engoli o resto do macarrão e corri pra casa. Graças às forças sobrenaturais nada mais aconteceu.
Impressionante como num curto espaço de tempo pode acontecer tanta coisa errada. Ainda bem que o dia praticamente já acabou.
Pena que o inferno astral esteja só começando.
PS: O fato do dia 12/06 cair no meu inferno astral deve explicar muita coisa. ou não.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
terça-feira, 13 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
domingo, 28 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos
e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor.
E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz.
E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado.
A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem.
A comer sanduíche porque não dá pra almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra.
E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos.
E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz,
aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita.
A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.
E a ganhar menos do que precisa.
E a fazer filas para pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes.
A abrir as revistas e a ver anúncios.
A ligar a televisão e a ver comerciais.
A ir ao cinema e engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição.
As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.
A luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
Às bactérias da água potável.
A contaminação da água do mar.
A lenta morte dos rios.
Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães,
a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.
Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui,
um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo.
Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.
E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo
e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se
da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta,
de tanto acostumar, se perde de si mesma.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Um viva pra mim e pra todos os colegas de profissão!
Um pedido na hora de assoprar a velinha?
Mais reconhecimento profissional, de que a saúde de qualidade passa pelas mãos de todos os Prfissionais da Saúde. Da importância do Farmacêutico, conhecedor e capacidado a lidar com a maior arma terapêutica da medicina, Os Medicamentos.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
OBAAAA!!!
Eu não sabia disso, mas adorei descobrir.
Fui dar uma olhadinha nuns livrinhos que queria comprar, e lá estava no site da livraria o banner anunciando. Fui dar uma olhadinha no google-tudo-sabe-tudo-vê e não é que ele disse que é mesmo? Aproveitei a promoção e ainda ganhei o frete grátis. Amei!
Fiquei mega feliz não só pela vantagem econômica né, mas também porque eu AMO os livros. Desde o primário, um dos meus cantinhos preferidos da escola é a biblioteca. Atualmente tenho investido na minha própria. E sim, eu sinto uma alegria desproporcional quando compro um livro novo!
Mas eu sei que nesse país eu sou um caso raro, e acho uma pouca vergonha que a média de leitura do brasileiro seja menos de 2 livros por ano. É triste ver os adolescentes concluírem o 2º grau praticamente semi-analfabetos e ver gente tirando até diploma universitário sem ser capaz de escrever uma redação coerente, pelo menos. E isso porque um país que não valoriza a leitura também não valoriza o saber, a ciência, o aprendizado, não valoriza aquilo que de fato pode fazer uma transformação de verdade no quadro social, não valoriza seu povo, sua história, sua cultura. Numa análise simplista um país que não lê não está apto a evoluir.
Mas nunca é tarde pra se adquirir esse hábito, né? Então vou encerrar o post com o link de um site bacaninha, o Educar pra crescer , da editora Abril, com muitas diquinhas e coisas legais e do Domínio Público , do governo federal, de onde dá pra acessar milhares de obras literárias e até a parte de acesso livre da CAPES.
E boa leitura!!



