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terça-feira, 22 de maio de 2018

Até o Fotolog voltou.

E eu desaprendi a escrever... coisa que nunca imaginei que me aconteceria.

Vamos reaprender a contar histórias?

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Andava por aqui quietinha, na minha, feliz em ser sozinha.

Andava com a vida ocupada.
Transbordando de mim e de ser eu e não tinha espaço pra mais ninguem. 

Nunca tinha sido tão feliz em toda minha vida. 
Um dia, eu me bastava. 
Um dia aconteceu de todas as escolhas serem minhas, de todos os acertos e erros serem meus. Do meus pés irem onde bem quisessem, chegarem, partirem ou bailarem no meu ritmo, no meu compasso, no meu tempo. 
A liberdade de ser o que for e ser tudo. 
E ser minha. Só minha. 

Coração aquietado, tranquilo, desfrutando do mundo e se entregando a ele, livre.
Inebriado dessa liberdade, dessa paz de não perder noite de sono a não ser pra aproveitar o melhor da festa. 
Leve.
Feito pluma no vento. Feito revoada de passarinho. Feito balão de gás. 


E de repente a semana vira esperar a sexta-feira, e querer que o fim de semana não acabe. O estômago se enche de borboletas e o corpo inteiro deseja mais um abraço. As horas de conversas intermináveis fazem nascer uma vontade de não ir embora. 
O coração não mais admite que em seu terreno fértil vai brotando um sentimento. 
Não quer saber de criar raízes, não quer mais se dividir. Aprendeu a amar as asas que criou e a liberdade de ser inteiro. Logo ele, tão carente e tão sentimental, agora anda arredio, nega, se esconde, tem medo de não saber se sustentar, de se perder de novo de sua tão querida identidade.

Pego de surpresa, já não sabe o que fazer com um sentimento que insiste, contra todas as possibilidades, em se instalar no peito. 

domingo, 5 de janeiro de 2014

Na pele

No processo de conhecer a si mesmo e ao mundo sempre há algumas lições difíceis de serem assimiladas.
Em todos esses anos de vida, a minha tem sido lidar com finais, com a necessidade inexorável da mudança. Se não mudamos não avançamos. 
Parece simples mas o apego torna tudo mais complicado, e sempre tive uma dificuldade horrível com as mudanças e em lidar com o medo do desconhecido, do novo. Mas tem sido necessário entender que todo início, pra ser início precisa que algo termine e que se queremos o novo precisamos primeiro encerrar o antigo. E acho até que tenho sido mais bem sucedida, sinal de que estou evoluindo, creio eu.  

A vida é movimento e tudo que se movimenta muda com o passar do tempo, seja lento ou rápido, seja feliz ou triste. Nada permanece, nada é estático. 
Provavelmente ainda sofrerei com alguns finais. E com alguns começos. 
E foi por isso que eu resolvi deixar gravado. 
Pra sempre lembrar,
Pra nunca esquecer.

The end is the beginning is the end is the beginning is the end is the beginning is....


sexta-feira, 26 de julho de 2013

Hoje o céu ganhou mais uma estrela e nós aqui na terra mais uma saudade.

Vai em paz Vô Chico, que os bons espíritos te acompanhem e te amparem. Que sua nova morada seja de paz e luz, bem pertinho de Deus.


Hoje, dia dos avós, eu tive a triste missão de me despedir de mais um dos meus.
Ter avós é uma dádiva, e eu tive o privilégio de ter tido todos os meus perto de mim, de ter crescido na companhia deles e ter recebido todo carinho e amor que os avós são capazes de dar.
Hoje mais uma das minhas raízes nessa terra se foi, e é como se eu tivesse enterrado também um pedaço da minha infância, uma parte viva das minhas memórias e da minha história.
E apesar dos laços de amor não se desfazerem nunca a ausência física deixa um vazio desconcertante, uma saudade antecipada que dói.

Meu avô, como todo avozinho nessa terra, apesar de meio sisudo era só amor com os netos e com sua simplicidade quase rude e seu coração bondoso, fazia a alegria das minhas tardes de domingo. A ele tenho muito que agradecer por ter construído pra mim e para os meus uma família tão boa, mesmo com todos os problemas que as famílias tem, temos algo muito mais importante, uns aos outros.

A saudade, a lembrança e o amor vão seguir sempre comigo.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Vinte e nove

Eu sempre escolho uma musica pra marcar meus aniversários. 
Algo que vá me lembrar no futuro de como andavam as coisas naquele ano.
E a música dos 29 não podia ser outra. 

"Perdi vinte em vinte e nove amizades
Por conta de uma pedra em minhas mãos
Me embriaguei morrendo vinte e nove vezes
Estou aprendendo a viver sem você
(Já que você não me quer mais)

Passei vinte e nove meses num navio
E vinte e nove dias na prisão
E aos vinte e nove, com o retorno de Saturno
Decidi começar a viver.
Quando você deixou de me amar
Aprendi a perdoar
E a pedir perdão.
(E vinte e nove anjos me saudaram
E tive vinte e nove amigos outra vez)"

quinta-feira, 2 de maio de 2013


"O Samhain também era a antiga festa celta dos mortos. Na tradição céltica, o Samhain era a noite da morte e da ressurreição: os mortos precisavam esperar até esta data para fazer a travessia para o "País do Verão", onde a esperança de uma nova vida os aguardava - por isso, na Bruxaria, esta é a época em que e sabe que os véus entre os mundos ficam mais tênues. É um tempo de reflexão, de olhar para o que foi feito no ano anterior, e uma época de lembrar os antes queridos que já foram para outros planos.
A noite do Samhain é considerada, pelas Bruxas, como a noite de ano novo por esta conotação de "passagem" da morte para a promessa de uma nova vida de abundância.
A data do Samhain da tradição céltica era tão forte no hemisfério norte (31 de outubro) que foi adaptada pelo cristianismo, na Idade Média, e transformou-se na "noite de todos do santos", ou "noite de todas as almas" (Halloween, em inglês, é uma corruptela de All Hallows Eve, ou "noite de todas as almas"), celebrada até hoje..."


sábado, 15 de setembro de 2012

A quanto tempo saudades de ver o dia amanhecer.
Na boca o cheiro, e o gosto da liberdade.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Desventuras em série

Episodio: o 12 de junho

12 de junho é uma dessas datas boas pra dar tudo errado. Os meus sempre acabam em desastre, ou algo muito próximo disso.  Esse ano não ia ser diferente.
Tava tudo indo bem, nos conformes e previstos até que eu resolvi ir jantar depois do trabalho. Sozinha, sim, porque não? Péssima ideia querer ir a qualquer lugar hoje.
O trânsito aquele inferno e mesmo assim, ignorando os sinais, lá fui eu, naquele supermercado que tem um japonês delícia, crente que iria estar vazio né? Afinal quem vai jantar no supermercado nesse dia?? Não né?? NÉÉÉ??? Não, gente, tava lotado.
Aí eu pergunto: Cadê o bom senso dos machos desse mundo?
Esperei uma boa meia hora até descobrir que tinha pedidos infinitos na frente e provavelmente eu só ia sair de lá amanhã.
Desisti.
Deixa pra um dia que os homens levem suas mulheres pra um motel e não pro japonês do supermercado. Aí procurei dinheiro pro busão e... não tem. Quem inventou que bus não recebe cartão de credito? Bom andei até o banco, tirei o dinheiro e fui pro shopping. Direto pro fast food de massa, que ao menos é bom pra caramba.
Pedido pronto e pago hora de lutar por um lugar pra comer. É revoltante ter que dar 10 voltas na praça de alimentação e praticamente brigar com uma folgada em grupo por um lugar único numa mesa que já tinha um casal do outro lado. Mas o casal foi simpático comigo e me cedeu o lugar já que eu tava a horas com o prato na mão.
Mas enfim sentei pra comer, tava lá feliz com a situação, ao menos eu tava comendo e nada mais ia dar errado. Mas nada é tao ruim que não possa piorar.
Começa a música ao vivo. E o cara além de tocar mal escolhe o que pra tocar? Eh... Zeca Baleiro.
Só pra situar o amigo leitor, foi por causa de um show do cara que existiu um namoro com o infeliz que me chutou... twice... primeiro a alguns meses depois de anos e novamente no último fim de semana depois de um casinho em off que só mesmo eu, idiota como sou, acreditei que ia dar em alguma coisa. Bateu aquela felicidade eterna, só que não. Tá de sacanagem né universo? Tanta música breguinha pro cara tocar nesse mundo tinha que tocar justo uma pra estragar a comida?
Fingi que não era comigo, engoli o resto do macarrão e corri pra casa. Graças às forças sobrenaturais nada mais aconteceu.
Impressionante como num curto espaço de tempo pode acontecer tanta coisa errada. Ainda bem que o dia praticamente já acabou.
Pena que o inferno astral esteja só começando.

PS: O fato do dia 12/06 cair no meu inferno astral deve explicar muita coisa. ou não.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Conclusão do dia:

Quando tiver meu próprio cafofo quero um banheiro cheio de sabonetes cheirosos e coloridos.
Não tem coisa mais agradável que um banho perfumado antes de cair na cama.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Risque meu nome do seu Orkut.
[Xico Sá]

Você amigo, você fofolete, acaba o casamento, o romance, a novela, o amancebamento, o caso, o rolo, mas continuam acompanhando a vida do(a) ex no Orkut,no Facebook, nas redes sociais mais intimistas.
Um desastre. Podendo evitar, meu caro, minha princesa, evitem. Corra fora rapaz, corra, Lola, corra. Aproveitem que os laços foram cortados no plano real e passem a régua também nas espumas da virtualidade.
O mais é sofrimento à toa, reacender a fogueira do ciúme, masoquismo, perversão, sacanagem. Um risco que não vale mesmo a pena. Depois não digam que foi por falta de aviso.
Qualquer recado ou post, mesmo os mais inocentes ou sem propósito, vira um inferno na terra. Para completar, tem sempre alguém mais sacana ainda e entra no jogo, só por ruindade, dando linha na pipa da maldade.
Prefira não, amigo, caia fora mesmo, Lola.
Não adianta nem tentar dizer que não liga, que é apenas virtual, que leva na buena, que acabou tudo bem e que é civilizadíssimo. Melhor evitar aperreios no juízo.
Você já prestou atenção, meu jovem, na fartura de tragédias amorosas que tiveram como espoleta da discórdia um simples comentário na Internet, uma foto sensual no Orkut, uma alteração no status do relacionamento?
E tem outra: precisa ser muito tranqüilo para não ficar fuçando a vida do(a) entidade chamada ex. Quem resiste ai levante o dedo.
Melhor evitar o brinquedo assassino chamado ciúme, esse satanás de chifre.
Sim, tem que ser forte para cair fora, para bloqueá-lo(a), para dar um tempo inclusive na amizade forçada –não há civilização no fim do amor, a barbárie e a selvageria sempre prevalecem.
Não basta o sofrimento mais do que real da ressaca amorosa? Basta.
Como recomendava a canção das antigas, risque o meu nome do seu caderno, pois não suporto o inferno, do nosso amor fracassado.
Ninguém segura essa onda. Claro que só uma minoria maluca chega à violência, ao inconcebível. A maioria, mesmo silenciosa, sofre horrores, se acaba, o velho pote até aqui de mágoa, como diria o xará Buarque, faça não, caia fora, faz bem para manter a sanidade.
Risque o meu nome do seu Orkut, diga ao Facebook que não estamos mais em um relacionamento sério...

quinta-feira, 10 de março de 2011

Ontem acordei sonhando com todo mundo que não vejo a muito tempo.
Pessoas de vários lugares e tempos passados, que por um motivo ou outro acabaram indo por caminhos que distanciaram do meu.
Era um evento tipo festival de bandas no colégio que eu estudava. Estavam todos lá.
Obviamente foi um sonho sem nexo, mas deixou uma sensação de saudades.
Vontade de abraçar todos eles, mesmo que muitos nem se lembrem mais de mim.

Vontade de voltar pra vida de outrora.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Se eu fosse escrever um post, eu diria que ando me sentindo meio assim




terça-feira, 13 de abril de 2010

3 notícias boas em 3 dias.
E hoje essa angústia aqui dentro do peito que eu não sei de onde vem ou porque.
Do que é que sabe meu coração que eu ainda não sei

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Hoje Belo Horizonte amanheceu no Outono.
Céu azul, quase sem nuvens, sol morno e ventinho frio.
Desses dias gostosos pra passear, tomar um café gostoso e quem sabe encontrar os amigos.
Espero que o clima tenha vindo pra ficar, porque eu já tava achando que a gente ia fritar no calor dos infernos até o fim do mundo.

domingo, 28 de março de 2010

Sábado a noite em casa na frente do pc. Quando o motivo não é bom a gente dá uma surtada momentanea. Daí do nada deu uma vontade de ver uns clipes favoritos, ou de músicas que eu adoooro. Tipo assim, sentimental mesmo.
Eu não assisto mtv regularmente já devem fazer uns 5 anos. Logo não espere nada novo. Sessão nostalgia mesmo.







Pra ver mais videozitos preferidos [incluindo traillers de filmes queridos] é só ir no meu perfil no orkut.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Tou num daqueles momentos da vida em que é preciso abrir mão do conforto das coisas certas em busca do duvidoso que pode abrir as portas para a realização de sonhos maiores. Não sei, mas acho que não nasci pra me acostumar com o que não me faz feliz, embora meu ser canceriano seja extremamente dado à acomodação. Mudar, pra mim, é uma coisa difícil, dolorosa até, e por ter consciência dessa minha característica é preciso todos os dias acordar e lembrar meus sonhos e objetivos, exercitar a vontade de alcança-los, aceitar as mudanças que são necessárias e tomar coragem para colocá-las em prática. É um processo, sabe? Desses que exigem uma boa dose de autoconhecimento e força de vontade.
E por isso o texto abaixo, que me apareceu hoje, aleatoriamente, que não sei se já postei aqui alguma vez, mas que vira e mexe passa por mim, pra me lembrar que ainda tem um mundo lá fora pra conquistar e não vale a pena aceitar menos do que eu posso ou mereço.

Eu sei, mas não devia
[Marina Colasanti]

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos
e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor.

E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz.
E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado.
A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem.
A comer sanduíche porque não dá pra almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra.
E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos.
E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz,
aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita.
A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.

E a ganhar menos do que precisa.
E a fazer filas para pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes.
A abrir as revistas e a ver anúncios.
A ligar a televisão e a ver comerciais.
A ir ao cinema e engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição.

As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.
A luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
Às bactérias da água potável.
A contaminação da água do mar.
A lenta morte dos rios.

Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães,
a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.

Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui,
um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo.

Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.
E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo
e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se
da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta,
de tanto acostumar, se perde de si mesma.


quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Minha encomenda chegou! Obaaaa!!!!
Vou me divertir horrores com essas belezinhas.


quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Dia Do Farmacêutico!!!! \o/
Um viva pra mim e pra todos os colegas de profissão!
Um pedido na hora de assoprar a velinha?
Mais reconhecimento profissional, de que a saúde de qualidade passa pelas mãos de todos os Prfissionais da Saúde. Da importância do Farmacêutico, conhecedor e capacidado a lidar com a maior arma terapêutica da medicina, Os Medicamentos.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Hoje é o dia do Leitor?
OBAAAA!!!
Eu não sabia disso, mas adorei descobrir.
Fui dar uma olhadinha nuns livrinhos que queria comprar, e lá estava no site da livraria o banner anunciando. Fui dar uma olhadinha no google-tudo-sabe-tudo-vê e não é que ele disse que é mesmo? Aproveitei a promoção e ainda ganhei o frete grátis. Amei!
Fiquei mega feliz não só pela vantagem econômica né, mas também porque eu AMO os livros. Desde o primário, um dos meus cantinhos preferidos da escola é a biblioteca. Atualmente tenho investido na minha própria. E sim, eu sinto uma alegria desproporcional quando compro um livro novo!
Mas eu sei que nesse país eu sou um caso raro, e acho uma pouca vergonha que a média de leitura do brasileiro seja menos de 2 livros por ano. É triste ver os adolescentes concluírem o 2º grau praticamente semi-analfabetos e ver gente tirando até diploma universitário sem ser capaz de escrever uma redação coerente, pelo menos. E isso porque um país que não valoriza a leitura também não valoriza o saber, a ciência, o aprendizado, não valoriza aquilo que de fato pode fazer uma transformação de verdade no quadro social, não valoriza seu povo, sua história, sua cultura. Numa análise simplista um país que não lê não está apto a evoluir.

Mas nunca é tarde pra se adquirir esse hábito, né? Então vou encerrar o post com o link de um site bacaninha, o Educar pra crescer , da editora Abril, com muitas diquinhas e coisas legais e do Domínio Público , do governo federal, de onde dá pra acessar milhares de obras literárias e até a parte de acesso livre da CAPES.
E boa leitura!!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Se eu fosse escrever um post, diria que tou me sentindo assim...