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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

"Não confunda a minha falta de ar e essa chuva lenta e sóbria com o sentimento que há muito escorreu daqui. Já não te quero.

Não se engane, não me engane com ares de quem explorou cada centímetro da minha alma, que tremia no compasso dos seus gemidos ritmados. Eu mudei. Mudamos nós.

Não diga que morre de saudades. Com o coração exposto e aberto descobri, e te provo, que saudades não matam, que o box fica melhor sem o seu xampu, e a cadeira do quarto passa bem sem a sua camiseta. É que as coisas já não atendem mais pelos nomes secretos que dávamos a elas.

Por favor, não me abrace como se abraçam os velhos amigos que se reencontram. Meros conhecidos que somos. A amizade pede terreno fecundo e custa a brotar entre o sal das palavras disparadas. E se acaso meu abraço te parecer grave ou urgente, não estranhe. Vê se te lembra que o conhaque me deixa assim tão emotiva.

Não pergunte como vão as coisas. Estão todas no mesmo lugar. Da sala ainda dá pra ouvir o piano do vizinho e o gato, alheio à sua ausência, ainda vem de mansinho procurar espaço debaixo das cobertas. Aquele vinho manchou o vestido e o tapete, e o jasmim que plantamos no ano passado floresceu de novo. Apenas a senhora da padaria já não pergunta mais de você.

Não busque meus olhos, que eu fecho essas pálpebras inúteis. Se parecem marejados agora é apenas o sono e essa poeira, clara indiferença que carrego como um troféu conquistado durante as noites acordada sem a tua mão nas minhas costas, e nos amores que inventei desde que você foi embora. Sim, amores. Desses que arrancam suor, risadas e memórias em preciosos e ligeiros instantes.

Ah, não. Não fique muito. Toma, leve esse eco de sorriso e não olhe pra trás. Se algum barulho te lembrar um soluço, esquece. Que já te esqueci."

terça-feira, 17 de setembro de 2013

A Mahin tb é camila.

"a camila voltou.
a camila estava namorando. namorou por anos um babaca. muitos anos. um babaca que chamava seio de teta e que gritava muito. um babaca que a fez acreditar que ela precisava de aval pra existir. um babaca, um mentiroso, um dos piores covardes. um babaca machista disfarçado de moderninho.
um babaca que acabou com sua auto-estima, acabou com seu poder, acabou com sua vontade.

mas ela é a camila, ninguém deixa a camila no chão.
então ela voltou.
toda cagada, mancando, renga, triste, perdida.
e vai ter que encontrar quem ela é de novo.
de mulher dele a mulher de ninguém; assim é bem melhor. a camila da camila.
sofreu, a camila. sofreu muito. vai sofrer mais. vai tirar onda da cara do sofrimento e desvirar do avesso, que essa é a especialidade dela. e vai se empoderar de novo, porque ela é a camila.
ninguém deixa a camila no chão.
nem você, cuzão. nem você.

a camila não tá pra brincadeira."

[by Clara Averbuck]

terça-feira, 11 de setembro de 2012

espero um dia não terminar assim...


vou fazer um bilhetinho e colar no meu mural, pra não me esquecer disso quando meu "príncipe" chegar...

"Quando você achar um namorado você vai ficar feliz, mas entre o ficar e o ser feliz, existe um longo caminho. Caminho no qual você terá que lembrar todo dia o que é cultivar um relacionamento. E isso pode parecer batido e antigo, mas é a pura verdade. Porque assistir filme toda sexta-feira cansa, transar na mesma posição enjoa, ver o outro com “roupa de ficar em casa” faz perder todo o encanto, dar beijo com bafo de acabei de acordar só é lindo no primeiro mês, ter que ir à festinha de aniversário da sobrinha dele em pleno sábado faz você sonhar com a balada. E aí, se não você não souber cultivar, se você não souber sair da rotina, se você não souber inovar, minha amiga, seu namoro estará fadado ao fracasso."

fragmento desse texto aqui !

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Não me quer?
Então me larga!

  Não me quer? Acha que eu estou indo rápido demais? Que não é o momento? Então não fica curtindo minhas fotos no Instagram! Não fica retuitando o que eu digo nem me mandando carinha sorridente no gtalk! Se não tá a fim de levar o pacote todo pra casa, me deixa esquecer, por favor! Esquecer que você existe, esquecer que você não me quis e, pior, que ficou sem graça por isso. 
  Nem pense em me convidar pra sua festa. Não deixe na minha mão a decisão de estar ou não nesse momento. O que pra você é gentileza e demonstração de carinho pra mim é ferida ralando no asfalto. Deixa eu pensar que a minha presença te perturba e que meu corpinho saçaricando pela sua casa em dia de festa não é recomendável pra nenhum de nós dois? Ainda tem o meu cheiro no seu tapete e aquele meu pote de Nutela no armário. Respeite.
  Não me importa o que você pensa de mim e se me quer na sua vida “de uma outra maneira”. Hoje, você é tudo aquilo que eu sonhei rolando escada abaixo, você é meu desejo partindo pra longe. É o fim do mais sorridente começo. Sua cara de amigo me esfola.
  Não me leve a mal, mas vamos deixar essa amizade pra amanhã?

domingo, 26 de agosto de 2012

Invisível.
De Leo Jaime.

Procuro mais uma vez e nada. Vampiros são assim. Aqueles que fazem cirurgia para emagrecer também: não se acham no espelho. Fico pensando em que categoria me classifico. Não vejo o meu rosto, não escuto a minha voz, não faço a menor idéia de onde fui parar, mas estou ali, onde deveria, refletido. Belisco e nada sinto. Estou acordado.
Seria essa a imagem de Deus: uma presença sentida ou intuída e ao mesmo tempo improvável e imaterial?Talvez fosse isso o que queriam dizer com imagem e semelhança: a falta de imagem e a dessemelhança a misturar todos os rostos em rosto nenhum. A onipresente não-presença. A ausência é diferente do estranhamento. Não sou um estrangeiro em mim mesmo, sou um náufrago perdido num mar de possibilidades. Uma interrogação cercada de silêncio por todos os lados.
Confundo Manet com Monet e nunca sei direito as datas ou cifras ou os compositores dos clássicos. Sei e depois não sei mais. Dou seta pra entrar na garagem, acho a humanidade inteira muito esquisita mas gosto de observá-la. Não sei o que eu quero, nem para onde vou, nem tenho uma proposta viável e cabível para a minha ou a vida de qualquer um.
Sou invisível. Condenação ou um dom? Sinto a dor medíocre e legítima dos comuns. Amargo todas as desilusões vitoriosamente. Este tem sido o meu maior
trunfo: continuar sem nenhum motivo aparente, como um personagem em busca de um criador.
Olho o povo andando apressado na metrópole e vejo que houve um garoto que lia e se emocionava. E que não lembra de nada ou quase nada.
As roupas não são nunca as ideais, os lugares, as opiniões, o mundo. Indago se Deus tem um plano armado ou está improvisando. No entanto, sei que não posso deixar a consciência, ou a falta dela, fazer mal ao que de alguma forma se mantém funcionando.
Olho as portas entreabertas dos armários. Não gosto de portas pelo meio do
caminho: melhor fechadas ou abertas. Algo deveria ser dito e eu não digo.
Flertando com a insanidade. Sem dramas, sem surpresas, sem final feliz.
Não me acho no espelho mas algo me diz que há alguém ali. Nunca consigo saber quem.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Pura verdade

Homem que tá perdido merece ser encontrado morto no apartamento, e pelo zelador do prédio, porque os vizinhos não agüentam mais o fedor de carniça....

domingo, 29 de janeiro de 2012

"Too many guys think I'm a concept, or I complete them, or I'm gonna make them alive. But I'm just a fucked-up girl who's lookin' for my own peace of mind; don't assign me yours."

[eternal sunshine of a spotless mind]

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

"Encerrando ciclos.
Não por causa do orgulho,
por incapacidade, ou por soberba.
Mas porque simplesmente
aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

Feche a porta,
mude o disco,
limpe a casa,
sacuda a poeira.

Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é"

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

"Because you're smart and you're funny and you always know what to say to make me feel better. You're beautiful. You're beautiful in a way that makes me remember those old-time movie stars. You know, like the ones in brooks' movies? You know, all style and grace. Plus, you smell good. - Dawson's creek"

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Risque meu nome do seu Orkut.
[Xico Sá]

Você amigo, você fofolete, acaba o casamento, o romance, a novela, o amancebamento, o caso, o rolo, mas continuam acompanhando a vida do(a) ex no Orkut,no Facebook, nas redes sociais mais intimistas.
Um desastre. Podendo evitar, meu caro, minha princesa, evitem. Corra fora rapaz, corra, Lola, corra. Aproveitem que os laços foram cortados no plano real e passem a régua também nas espumas da virtualidade.
O mais é sofrimento à toa, reacender a fogueira do ciúme, masoquismo, perversão, sacanagem. Um risco que não vale mesmo a pena. Depois não digam que foi por falta de aviso.
Qualquer recado ou post, mesmo os mais inocentes ou sem propósito, vira um inferno na terra. Para completar, tem sempre alguém mais sacana ainda e entra no jogo, só por ruindade, dando linha na pipa da maldade.
Prefira não, amigo, caia fora mesmo, Lola.
Não adianta nem tentar dizer que não liga, que é apenas virtual, que leva na buena, que acabou tudo bem e que é civilizadíssimo. Melhor evitar aperreios no juízo.
Você já prestou atenção, meu jovem, na fartura de tragédias amorosas que tiveram como espoleta da discórdia um simples comentário na Internet, uma foto sensual no Orkut, uma alteração no status do relacionamento?
E tem outra: precisa ser muito tranqüilo para não ficar fuçando a vida do(a) entidade chamada ex. Quem resiste ai levante o dedo.
Melhor evitar o brinquedo assassino chamado ciúme, esse satanás de chifre.
Sim, tem que ser forte para cair fora, para bloqueá-lo(a), para dar um tempo inclusive na amizade forçada –não há civilização no fim do amor, a barbárie e a selvageria sempre prevalecem.
Não basta o sofrimento mais do que real da ressaca amorosa? Basta.
Como recomendava a canção das antigas, risque o meu nome do seu caderno, pois não suporto o inferno, do nosso amor fracassado.
Ninguém segura essa onda. Claro que só uma minoria maluca chega à violência, ao inconcebível. A maioria, mesmo silenciosa, sofre horrores, se acaba, o velho pote até aqui de mágoa, como diria o xará Buarque, faça não, caia fora, faz bem para manter a sanidade.
Risque o meu nome do seu Orkut, diga ao Facebook que não estamos mais em um relacionamento sério...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

‎"Ruim mesmo é se apegar a algo que nunca foi teu, e
que, para doer mais um pouquinho, talvez nunca seja."
"Eu não quero alguém que fique feliz e diga “estou apaixonado por aquela mulher”. Quero alguém que se desespere ao constatar “puta que o pariu, não vai ter jeito, estou apaixonado pela maluca daquela mulher”. Se não for para me amar assim, não tem graça."

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

"Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que somando as compreensões, eu amava. Não sabia que somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil."
[Clarisse Lispector]

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

‎... Ela tem cara de menina mimada, um quê de esquisitice, uma sensibilidade de flor, um jeito encantado de ser, um toque de intuição e um tom de doçura. Ela reflete lilás, um brilho de estrela, uma inquietude, uma solidão de artista e um ar sensato de cientista. Ela é intensa e tem mania de sentir por completo, de amar por completo e de ser por completo. Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez. Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna'.
[Caio Fernando Abreu]

domingo, 18 de setembro de 2011

Pra fazer um post-it e colar pela casa, para ler e reler várias vezes por dia

“Enquanto não encerramos um capítulo, não podemos partir para o próximo. Por isso é tão importante deixar certas coisas irem embora, soltar, desprender-se. As pessoas precisam entender que ninguém está jogando com cartas marcadas, às vezes ganhamos e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.”

quinta-feira, 9 de junho de 2011

"Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros."

[Clarice Lispector]

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Rá! Morri de inveja do coala agora!
A imagem vem desse site aqui, e quem deu a dica foi a Chata de Galocha.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Tou num daqueles momentos da vida em que é preciso abrir mão do conforto das coisas certas em busca do duvidoso que pode abrir as portas para a realização de sonhos maiores. Não sei, mas acho que não nasci pra me acostumar com o que não me faz feliz, embora meu ser canceriano seja extremamente dado à acomodação. Mudar, pra mim, é uma coisa difícil, dolorosa até, e por ter consciência dessa minha característica é preciso todos os dias acordar e lembrar meus sonhos e objetivos, exercitar a vontade de alcança-los, aceitar as mudanças que são necessárias e tomar coragem para colocá-las em prática. É um processo, sabe? Desses que exigem uma boa dose de autoconhecimento e força de vontade.
E por isso o texto abaixo, que me apareceu hoje, aleatoriamente, que não sei se já postei aqui alguma vez, mas que vira e mexe passa por mim, pra me lembrar que ainda tem um mundo lá fora pra conquistar e não vale a pena aceitar menos do que eu posso ou mereço.

Eu sei, mas não devia
[Marina Colasanti]

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos
e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor.

E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz.
E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado.
A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem.
A comer sanduíche porque não dá pra almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra.
E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos.
E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz,
aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita.
A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.

E a ganhar menos do que precisa.
E a fazer filas para pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes.
A abrir as revistas e a ver anúncios.
A ligar a televisão e a ver comerciais.
A ir ao cinema e engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição.

As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.
A luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
Às bactérias da água potável.
A contaminação da água do mar.
A lenta morte dos rios.

Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães,
a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.

Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui,
um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo.

Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.
E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo
e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se
da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta,
de tanto acostumar, se perde de si mesma.


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Hoje é o dia do Leitor?
OBAAAA!!!
Eu não sabia disso, mas adorei descobrir.
Fui dar uma olhadinha nuns livrinhos que queria comprar, e lá estava no site da livraria o banner anunciando. Fui dar uma olhadinha no google-tudo-sabe-tudo-vê e não é que ele disse que é mesmo? Aproveitei a promoção e ainda ganhei o frete grátis. Amei!
Fiquei mega feliz não só pela vantagem econômica né, mas também porque eu AMO os livros. Desde o primário, um dos meus cantinhos preferidos da escola é a biblioteca. Atualmente tenho investido na minha própria. E sim, eu sinto uma alegria desproporcional quando compro um livro novo!
Mas eu sei que nesse país eu sou um caso raro, e acho uma pouca vergonha que a média de leitura do brasileiro seja menos de 2 livros por ano. É triste ver os adolescentes concluírem o 2º grau praticamente semi-analfabetos e ver gente tirando até diploma universitário sem ser capaz de escrever uma redação coerente, pelo menos. E isso porque um país que não valoriza a leitura também não valoriza o saber, a ciência, o aprendizado, não valoriza aquilo que de fato pode fazer uma transformação de verdade no quadro social, não valoriza seu povo, sua história, sua cultura. Numa análise simplista um país que não lê não está apto a evoluir.

Mas nunca é tarde pra se adquirir esse hábito, né? Então vou encerrar o post com o link de um site bacaninha, o Educar pra crescer , da editora Abril, com muitas diquinhas e coisas legais e do Domínio Público , do governo federal, de onde dá pra acessar milhares de obras literárias e até a parte de acesso livre da CAPES.
E boa leitura!!