quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Eu não costumo escrever aqui em primeira pessoa e diretamente sobre as coisas que me acontecem mas... Depois de ter que ver, logo de manhã cedinho a citação "mulher que eu mais amava" e "nunca me teve amor" em uma mesma estrofe e, com 90% de assertividade, fazendo referencia à minha pessoa, eu realmente não consigo ficar calada sabe?
É claro que eu possa estar loucamente enganada sobre ser eu o objeto citado, não nego. Mas diante das circunstâncias me dou o direito de ter quase certeza q estou certa.
O que me espanta em tal citação é a pessoa pensar isso depois de 4 anos.
Quatro anos de dedicação e não existe nenhum amor nisso? Hãm rãm... Tá bom. Eu sou alguma espécie de sado-masoquista doente q se relaciona com as pessoas por não gostar nem um pouco delas. Ou então é muita necessidade de se fazer de vitima, de implorar piedade, falta de auto-estima ou alguma outra perturbação semelhante. Não tem lógica, não faz o menor sentido, não existe explicação pra pessoa falar esse tipo de coisa depois de 4 anos de relacionamento. Nem pra usar as palavras alheias pra falar uma coisa dessas.
Sinceramente, era só o que me faltava.

Tem certas coisas que a gente tem que aturar em alguns momentos que vou te contar viu... Me faz dar por encerrada a sanidade do mundo.

Um comentário:

Anônimo disse...

Só passei pra dizer que aquela música era do Paulinho da Viola que é um dos cantores/compositores que mais admiro. Nada tinha a ver com você. Como o Maracatu Atômico que foi postado no mesmo dia. Sinto muito se ficou chateada e é claro que acredito que houve amor nesse 4 anos, senão não teríamos 4 anos de boas lembranças pra contar. Desculpe de qualquer maneira. Abraço, pessoa citada acima.