Essa solidão contemplativa.
Essa quietude de estar presente, atento ao vazio.
Tem dias que eu me sinto como se tivesse comido um buraco negro.
Que cada timbre, cada nota dessa canção revelam.
"A onda ainda quebra na praia,
espumas se misturam com o vento.
No dia em ocê foi embora,
eu fiquei sentindo saudades do que não foi
lembrando até do que não vivi pensando nós dois
Eu lembro a concha em seu ouvido,
trazendo o barulho do mar na areia.
No dia em ocê foi embora,
eu fiquei sozinho olhando o sol morrer
por entre as ruínas de Santa Cruz lembrando nós dois
Os edifícios abandonados,
as estradas sem ninguém,
óleo queimado, as vigas na areia,
a lua nascendo por entre os fios do teus cabelos,
por entre os dedos da minha mão passaram certezas e dúvidas
Pois no dia em que ocê foi embora,
eu fiquei sozinho no mundo, sem ter ninguém,
o ultimo homem no dia em que o sol morreu"
[O Último Por do Sol, Lenine]
2 comentários:
Eitamúsica que deu trabalho, né?
hauhauh
e eu adorei o coment do Eduardo!! Seu blog realmente parece um clube da Luluzinha!! hahahaha
uai, qq eu posso fazer se só vcs, mocinhas, é que comentam?
Vamos abrir uma campanha "homens, comentem no blog da Mariana!"
huauauhauhauha
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