sábado, 27 de junho de 2009

Objeto de estudo do trabalho que me rendeu a notícia do post anterior

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Prova de que eu devo, no mínimo, estar na área de conhecimento errada:

Matricula: 2004021289
Nome do aluno: MARIANA PEDROSA LIMA
Disciplina: 2009/1 070000 DIG FTC078 B - TOPICOS EM CINEMA IV
Situação de Frequência SUFICIENTE
Nota Final 100,00
Situação Final


[atentem para a nota final! eu nunca, nunca, nunquinha tiraria isso numa disciplina da farmácia!!!!]

domingo, 14 de junho de 2009

Dia desses andava me perguntando por que raios eu ainda mantenho esse blog.
Verdade seja dita, eu bem sei o porque.
Mas admiti-lo é afirmar que eu não sou completamente feliz e nem me sinto completamente inteira em alguns setores da minha vida. E talvez nunca me sinta.
Farmacêutica meio por opção e meio por falta dela, nunca consegui imaginar minha vida sendo uma coisa só a vida inteira. Eu me interesso por coisas demais, sou curiosa demais e o dia que não tiver mais vontade aprender uma coisa nova, morri. Não gosto de fazer escolhas porque eu quero sempre tudo. O mais ou menos me incomoda, principalmente o menos.
E aquelas eternas dúvidas, tipo se boto o vestido preto ou a saia azul, se prefiro namorar ou ser solteira, se quero trabalhar ou fazer mestrado no caribe, se for reparar bem é porque se dependesse só da minha vontade eu sempre diria "os dois".
E é por esse mesmo motivo que não sei pensar em passar a vida falando só de posologias, RDC's, injeções ou exame de fezes alheio. Minha vida precisa de arte, de dança, de música e não se contenta em ser mera expectadora, quer entender, participar, construir.
Manter esse blog aberto e com isso saber que posso vir aqui escrever de vez em quando, seja uma poesia, seja algum blablabla ou alguma pergunta filosófica sobre a vida, o universo e tudo o mais, me faz acreditar que eu não me resumo em ser a profissão que escolhi, que não limito meus interesses, ou em última instância, que gosto de escrever e faço isso razoavelmente bem. Dá a impressão de que eu não sou a pessoa que não aparece aqui. É como uma válvula de escape, um brinquedo ótico que me dá a impressão de não esquecer essa vontade de devorar o mundo, um jeito de amenizar essa vida dividida dessas pessoas que vivem em mim.
Ao menos até o dia que eu possa aprender como abrigar tantos eus, e ser, quem sabe, tudo isso em uma só.